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Exposição “A cultura digital e a caverna de Platão”

Exposição "A cultura digital e a caverna de Platão"

Vivemos em uma época em que a realidade é construída nas redes digitais por algorítmos que organizam o que vemos e deixamos de ver, por fluxos de informação e desinformação, pelos efeitos subjetivos e sociais da vida em rede, por infraestruturas físicas que sustentam a internet com cabos, data centers e por minerais que compõem nossos dispositivos e que se transformam rapidamente em lixo tecnológico. Desta forma, a cultura digital não é apenas um conjunto de tecnologias, mas um ecossistema complexo que reorganiza a maneira como percebemos o mundo, construímos conhecimento, nos relacionamos com os outros e, até mesmo, adoecemos.

Inspirada na alegoria da caverna de Platão — metáfora clássica sobre percepção e verdade — esta exposição propõe juntamente ao visitante uma reflexão sobre como as tecnologias digitais moldam nossa percepção da realidade, nossas relações e a produção de conhecimento no mundo contemporâneo.

A exposição, “A Cultura Digital contra a Caverna de Platão” nasce da colaboração entre a Sabina Escola Parque do Conhecimento, o Instituto de Promoção ao Desenvolvimento Científico e Cultural (IPRODESC), o Departamento de Educação de Jovens e Adultos (DEJA), a Escola de Comunicações e Artes (ECA-USP) e o Instituto de Geociências (IAGc – USP), reunindo educadores, cientistas, designers, artistas e estudantes na construção de um espaço de ciência pública e reflexão coletiva.

O percurso expositivo está organizado em três eixos:

Redes, bolhas, conexões

COMO CIRCULAM AS INFORMAÇÕES NA INTERNET?

O eixo reflete sobre a forma como o ambiente digital é atravessado por disputas de atenção, interesses econômicos e dinâmicas de poder. O foco não está apenas no risco da segregação, do cancelamento e da desinformação, mas na compreensão dos mecanismos que criam realidades e que favorecem a circulação delas.

Materialidades digitais

DE QUE MATÉRIA É FEITO O MUNDO DIGITAL?

Este eixo trabalha com a estrutura material da toda tecnologia digital depende de recursos naturais, trabalho humano, infraestrutura técnica e impacto ambiental. O digital, portanto, não existe “na nuvem” de forma abstrata: ele ocupa territórios, consome energia, extrai minerais e produz resíduos.

Subjetividades capturadas

COMO PLATAFORMAS E DADOS INFLUENCIAM NOSSOS MODOS DE VER, SENTIR E AGIR?

O eixo nos permite discutir como a experiência digital afeta a atenção, a autoimagem, a sociabilidade e a relação consigo mesmo e com os outros. Convidando o público a refletir sobre vigilância, performance, exposição, consumo e governança algorítmica da vida cotidiana.

Em conjunto, esses eixos buscam tornar visíveis tanto os funcionamentos técnicos das tecnologias quanto seus efeitos sociais, políticos, ambientais e subjetivos. Ao integrar ciência, arte, design e participação pública, esta exposição também valoriza o protagonismo de estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e a colaboração entre diferentes áreas do conhecimento, reafirmando o papel da Sabina como espaço de educação não formal, formação cidadã e divulgação científica.

O modelo de exposição

“A Cultura Digital contra a Caverna de Platão” foi concebida como uma exposição em processo. Sua configuração permanece aberta durante todo o período de visitação, de modo que algumas obras e ambientes chegam ao público já concluídos, enquanto outros se transformam ao longo da mostra. Mais do que uma escolha operacional, esse procedimento define a própria natureza do projeto, que entende a exposição como um campo vivo de pesquisa, mediação, experimentação e cultura de participação. A mostra se organiza a partir da ideia de que o espaço expositivo não apenas apresenta conteúdos, mas produz relações, ativa leituras e acolhe diferentes formas de participação. Nesse sentido, a curadoria assume o caráter processual da exposição como parte de sua linguagem, incorporando a presença do público, os atravessamentos da mediação e a construção gradual de sentidos.

Assim, “A Cultura Digital contra a Caverna de Platão” propõe uma experiência em que exposição e pensamento se desenvolvem juntos. O que se apresenta ao visitante não é um conjunto fechado, mas uma estrutura em movimento, atravessada por trocas, interpretações e deslocamentos que se constroem no tempo.

Acessibilidade

Aqui você encontra vídeos e áudios descritivos criados para ampliar o acesso à exposição física, especialmente para pessoas com deficiência visual.

Durante a visita, cada área da exposição conta com um QR Code. Ao apontar a câmera do celular para o código, o visitante é direcionado para conteúdos em áudio e vídeo que descrevem os elementos presentes naquele espaço, como objetos, imagens, painéis, recursos interativos, informações visuais e ambientação.

Os materiais foram organizados para apoiar a compreensão da exposição de forma autônoma, permitindo que cada pessoa acompanhe o percurso no próprio ritmo e acesse as informações conforme se desloca pelos ambientes.

A proposta é tornar a experiência mais inclusiva, garantindo que os conteúdos visuais também possam ser percebidos por meio da escuta, da narração e da descrição acessível.

Como utilizar

Ao encontrar um QR Code na exposição, acesse o conteúdo correspondente pelo celular. Em seguida, escolha o áudio ou vídeo referente à área visitada. Recomenda-se o uso de fones de ouvido para melhor compreensão das descrições e para preservar a experiência dos demais visitantes.

Os conteúdos desta página complementam a visita presencial e reforçam o compromisso da exposição com o direito de acesso à cultura, à informação, à ciência e à participação de todas as pessoas.

Descrição do logotipo da exposição

Logotipo da Exposição

Apresentação da Exposição

Apresentação da exposição Cultura Digital contra a caverna de Platão

Os três eixos da exposição

Os três eixos da exposição

ECA Digital

ECA Digital

As vozes da experiência digital

As vozes da experiência digital

O que me faz feliz fora da internet

O que me faz feliz fora da internet

Com filtro e sem filtro

Com filtro e sem filtro

Filtros e likes

Filtros e likes

Jogo dos sete erros

O jogo dos sete erros

Doenças digitais

Doenças Digitais

Armazenei minhas fotos na nuvem

armazenei minhas fotos na nuvem

O transporte da informação

O transporte da informação

Laser: o caminho da luz e da informação

Laser: o caminho da luz e da informação

O ovo

Escultura: O ovo

Pixel: imagem, resolução e memória digital

Pixel: imagem, resolução e memória digital

Por onde anda a informação

Por onde anda a informação

Resíduos eletroeletrônicos em Santo André – Semasa

Resíduos eletroeletrônicos em Santo André – Semasa
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Um espaço pensado para acolher, respeitar e cuidar de cada pessoa em sua individualidade

Espaço de Acolhimento Sensorial

O espaço de acolhimento sensorial foi cuidadosamente planejado para oferecer regulação emocional e suporte, especialmente para crianças com Transtorno do Espectro Autista e para todos que, em algum momento, precisam de um lugar para se reorganizar emocionalmente. Utiliza combinações de ferramentas e equipamentos que estimulam e promovem conforto, bem-estar e autorregulação emocional.

Zelando por um espaço acolhedor e inclusivo, seguem algumas orientações importantes:

O espaço é reservado para o acolhimento de pessoas em momentos de necessidade de regulação;

  • Diferente das demais atrações da Sabina, o espaço deve ser utilizado como um ponto de apoio e suporte;
  • O uso deve ser feito de forma pontual e por período curto, respeitando o tempo necessário para a estabilização individual;
  • Para preservar a tranquilidade do ambiente, é permitida a presença de, no máximo, dois acompanhantes por pessoa;
  • O espaço de acolhimento sensorial é um recurso de suporte destinado a pessoas com deficiência ou que necessitam de regulação. Ele visa viabilizar a experiência no parque, sem substituir o percurso da visitação.

Mais do que um ambiente, o Espaço de Acolhimento Sensorial foi pensado para acolher, respeitar e cuidar de cada pessoa em sua individualidade, colaborando para que todos possam viver uma experiência cada vez mais inclusiva.

Contamos com a colaboração de todos para que o espaço de acolhimento sensorial continue sendo um local que propicie tranquilidade e seja uma ferramenta eficaz de inclusão. Cuidamos de cada detalhe para que sua experiência seja inesquecível e acessível. Dúvidas? Procure um de nossos colaboradores ou dirija-se a equipe da recepção.

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Exposição: A cultura digital contra a caverna de Platão

Exposição A cultura digital contra a caverna de Platão

Vivemos em uma época em que a realidade é construída nas redes digitais por algorítmos que organizam o que vemos e deixamos de ver, por fluxos de informação e desinformação, pelos efeitos subjetivos e sociais da vida em rede, por infraestruturas físicas que sustentam a internet com cabos, data centers e por minerais que compõem nossos dispositivos e que se transformam rapidamente em lixo tecnológico. Desta forma, a cultura digital não é apenas um conjunto de tecnologias, mas um ecossistema complexo que reorganiza a maneira como percebemos o mundo, construímos conhecimento, nos relacionamos com os outros e, até mesmo, adoecemos.

Inspirada na alegoria da caverna de Platão — metáfora clássica sobre percepção e verdade — esta exposição propõe juntamente ao visitante uma reflexão sobre como as tecnologias digitais moldam nossa percepção da realidade, nossas relações e a produção de conhecimento no mundo contemporâneo.

A exposição, “A Cultura Digital contra a Caverna de Platão” nasce da colaboração entre a Sabina Escola Parque do Conhecimento, o Instituto de Promoção ao Desenvolvimento Científico e Cultural (IPRODESC), o Departamento de Educação de Jovens e Adultos (DEJA), a Escola de Comunicações e Artes (ECA-USP) e o Instituto de Geociências (IAGc – USP), reunindo educadores, cientistas, designers, artistas e estudantes na construção de um espaço de ciência pública e reflexão coletiva.

O percurso expositivo está organizado em três eixos:

Redes, bolhas, conexões

COMO CIRCULAM AS INFORMAÇÕES NA INTERNET?

O eixo reflete sobre a forma como o ambiente digital é atravessado por disputas de atenção, interesses econômicos e dinâmicas de poder. O foco não está apenas no risco da segregação, do cancelamento e da desinformação, mas na compreensão dos mecanismos que criam realidades e que favorecem a circulação delas.

Materialidades digitais

DE QUE MATÉRIA É FEITO O MUNDO DIGITAL?

Este eixo trabalha com a estrutura material da toda tecnologia digital depende de recursos naturais, trabalho humano, infraestrutura técnica e impacto ambiental. O digital, portanto, não existe “na nuvem” de forma abstrata: ele ocupa territórios, consome energia, extrai minerais e produz resíduos.

Subjetividades capturadas

COMO PLATAFORMAS E DADOS INFLUENCIAM NOSSOS MODOS DE VER, SENTIR E AGIR?

O eixo nos permite discutir como a experiência digital afeta a atenção, a autoimagem, a sociabilidade e a relação consigo mesmo e com os outros. Convidando o público a refletir sobre vigilância, performance, exposição, consumo e governança algorítmica da vida cotidiana.

Em conjunto, esses eixos buscam tornar visíveis tanto os funcionamentos técnicos das tecnologias quanto seus efeitos sociais, políticos, ambientais e subjetivos. Ao integrar ciência, arte, design e participação pública, esta exposição também valoriza o protagonismo de estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e a colaboração entre diferentes áreas do conhecimento, reafirmando o papel da Sabina como espaço de educação não formal, formação cidadã e divulgação científica.

O modelo de exposição

“A Cultura Digital contra a Caverna de Platão” foi concebida como uma exposição em processo. Sua configuração permanece aberta durante todo o período de visitação, de modo que algumas obras e ambientes chegam ao público já concluídos, enquanto outros se transformam ao longo da mostra. Mais do que uma escolha operacional, esse procedimento define a própria natureza do projeto, que entende a exposição como um campo vivo de pesquisa, mediação, experimentação e cultura de participação. A mostra se organiza a partir da ideia de que o espaço expositivo não apenas apresenta conteúdos, mas produz relações, ativa leituras e acolhe diferentes formas de participação. Nesse sentido, a curadoria assume o caráter processual da exposição como parte de sua linguagem, incorporando a presença do público, os atravessamentos da mediação e a construção gradual de sentidos.

Assim, “A Cultura Digital contra a Caverna de Platão” propõe uma experiência em que exposição e pensamento se desenvolvem juntos. O que se apresenta ao visitante não é um conjunto fechado, mas uma estrutura em movimento, atravessada por trocas, interpretações e deslocamentos que se constroem no tempo.


Acessibilidade


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Exposição de rochas

Exposição rochas

Descubra o fascinante mundo das rochas na Sabina!
Imagine você andando distraidamente pela rua e, de repente, tropeça em uma rocha. Antes de se irritar, que tal pegar esse presente da natureza e descobrir sua origem, sua importância para a agricultura e seus inúmeros usos? Na exposição “Tinha uma rocha no meu caminho… No meu caminho tinha uma rocha…”, você terá a oportunidade de ver de perto nossa impressionante coleção de rochas e admirar a beleza da obsidiana – um vidro vulcânico formado pela junção da lava vulcânica com a água, assim como no jogo Minecraft.

Traga sua curiosidade e divirta-se explorando o incrível mundo das rochas!

Local: Saguão de exposições – Sala da Terra


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Laboratório Astronômico

Laboratório astronômico

Junto ao anexo onde se encontra a sala de projeção do planetário, está o Laboratório Astronômico. Neste espaço há vários experimentos e painéis com muita informação e conhecimento sobre os planetas, galáxias, naves espaciais e astronomia.

Terça a sexta-feira:
Das 9h às 17h (na sexta-feira, exceto nos horários das sessões de planetário);

Sábados, domingos e feriados:
Das 9h30 às 17h30 (exceto nos horários das sessões de planetário).


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NOC – Núcleo de Observação do Céu

O NOC é um espaço especializado com equipamentos ópticos e didáticos que permitem ao visitante, uma completa imersão na experiência de observar o céu além de aprofundar os conhecimentos a respeito da Astronomia Observacional. Além dos telescópios, binóculos e outros acessórios, o NOC conta com cinco Rosas-dos-ventos, um Relógio de Sol Analemático e um Observatório Indígena, que facilitam a compreensão de diversos conceitos fundamentais de astronomia, Etnoastronomia e muito mais.

De terça a domingo das 9h30 às 16h (Em caso de condições climáticas desfavoráveis, a atividade será suspensa).


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Espaço “PRAÇATEMPO”

Espaço Praçatempo

O tempo sempre foi um objeto de interesse da humanidade, seja no controle da colheita, nos processos cíclicos astronômicos, nas grandes navegações, na produção de alimentos ou no próprio controle dos eventos do nosso dia a dia, como o tempo de uma viagem ou o tempo de um banho, por exemplo. Para representar sua importância, a SABINA – Escola Parque do Conhecimento, oferta ao público um espaço interativo destinado às crianças de 4 a 11 anos, que aborda o tempo e seus diversos marcadores de maneira lúdica e criativa. Com mais de 1.000 metros quadrados, localizado na área externa da Sabina, o “Espaço PRAÇATEMPO” conta com diversas instalações nas quais é possível aprender sobre o tempo brincando. 

  • Público alvo: Crianças de 4 a 11 anos acompanhadas por seus responsáveis;
  • Altura mínima: 1,00 m (para a segurança das crianças, leia atentamente a ficha técnica de cada atração no local);
  • Não será permitido aos visitantes acessarem o Espaço “PRAÇATEMPO” descalço, com chuteiras com cravo ou sapatos e sandálias de salto fino ou calçados similares.
  • O Espaço PRAÇATEMPO não é recomendado para crianças menores de 4 anos. 

Observações sobre a fonte interativa

  • Horários:
    De terça a sexta: Das 10h30 às 12h30 e da 14h às16h.
    Sábados e Domingos: Das 10h30 às 12h30 e das 14h30 às 16h30.
  • Para aproveitar essa atração, recomendamos aos responsáveis que tragam troca de roupa extra, chinelo e toalha para as crianças;
  • Por questão de privacidade, antes ou após o uso da Fonte Interativa, as crianças deverão ser trocadas nos banheiros da área interna da Sabina, não sendo permitido que sejam trocadas na área da atração;
  • Por questão de higiene, recomendamos que as crianças utilizem o sanitário antes de brincarem na fonte, para evitar que urinem no local;
  • Não será permitido o uso da Fonte Interativa por adolescentes a partir de 12 anos e adultos;
  • Não será permitido aos visitantes fazerem uso de experimentos, simuladores ou circularem pelos espaços da Sabina caso estejam molhados;
  • Em caso de condições climáticas desfavoráveis a atividade na Fonte Interativa será suspensa.



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Uma rica e emocionante experiência sensorial.

Jardim Sensorial

Desde a antiguidade, o jardim é considerado um espaço de lazer e prazer, um paradigma entre sonho e realidade. Através dele, podemos viajar no tempo, experimentar sensações diferentes, promover encontros e entrar em contato com o natural.
A ideia de criar um jardim sensorial surgiu para compor uma aula verdadeiramente acessível, onde todos pudessem usufruir do espaço de forma igualitária, onde pudéssemos trabalhar os sentidos, a botânica, o micro mundo e a cidadania, para o alcance de todos.
A equipe da Sabina Escola Parque do Conhecimento acredita que o jardim é um espaço que deve ser compartilhado por todos, permitindo que toda e qualquer limitação humana seja superada, explorando os sentidos e estimulando todas as faculdades, desde crianças pequenas até adultos, com deficiência ou não, proporcionando um efeito benéfico sobre o bem-estar. Ele tem o potencial de transformar um simples terreno em uma rica e emocionante experiência sensorial.

Jardim Sensorial
O jardim sensorial vai despertar todos os seus sentidos

.

Jardim sensorial

Jardim sensorial
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Conheça os processos que regem a natureza através de diversas experiências

Sala de Ciências e Tecnologia

Uma característica inerente ao ser humano é a busca pela compreensão dos processos que regem a natureza. Com isso, construímos instrumentos, evoluímos tecnicamente e chegamos às modernas sociedades, quando diariamente novas tecnologias nos são apresentadas.
A interpretação dos processos físicos naturais e sua aplicação para o bem-estar da humanidade estão distribuídas nesse setor. Experimentos, aparelhos, equipamentos tecnológicos, assim como modelos, permitem o entendimento das forças fundamentais do universo e sua aplicabilidade através da criatividade humana.

Piso Ciências e Tecnologia
Experimentos de física, mecânica e diversas áreas do conhecimento



CONHEÇA O NOSSO ACERVO:

  • Anamorfose
  • Anel saltador
  • Bancada Óptica – Lentes
  • Banco de pregos
  • Bicicleta geradora de energia
  • Cadeiras Auto-elevatórias
  • Caleidoscópio
  • Câmara escura
  • Colchão de ar
  • Conchas acústicas
  • Condutores e isolantes
  • Cone de ar
  • Curva mais rápida – Braquistócrona
  • Dados matemáticos
  • Duplo cone – Paradoxo mecânico
  • Eletricidade – Condução humana
  • Eletróforo
  • Gangorras científicas
  • Gerador de Van de Graaff
  • Hipérbole
  • Imãs
  • Luz estroboscópica
  • Máquina eletrostática de Wimshurst
  • Móbile de equilíbrio
  • Modelo fisiológico do olho humano
  • Onda vertical
  • Pêndulo de Newton
  • Periscópio
  • Pilha Humana
  • Pixel
  • Plasma
  • Poço gravitacional
  • Praxinoscópio
  • Refinaria de petróleo
  • Refração da luz
  • Ressonância por pêndulos e lâminas
  • Sistemas de engrenagens
  • Sistema de roldanas
  • Sistema de rotação – Força centrípeta e centrífuga
  • Sólidos em revolução
  • Som e vibração
  • Torre de Hanói
  • Trem a manivela
  • Tubo de eco
  • Usina hidrelétrica

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Planetário e Cinedome de Santo André Johannes Kepler.

Cúpula do planetário e cinedome de Santo André Johannes Kepler

O planetário Johannes Kepler possui um sistema de projeção óptico e digital, fabricado pela empresa alemã Carl Zeiss, que funciona de forma sincronizada para reproduzir quase 6 mil estrelas pontuais, com brilho, cores e cintilações semelhantes aos da natureza. Os dois projetores Sony integrados exibem imagens em 360º (full dome) com altíssima qualidade. Todos esses recursos técnicos têm como principal objetivo ensinar e divulgar a Astronomia e suas ciências correlatas aos visitantes do espaço.

Dentro dessa proposta, o Planetário e Cinedome de Santo André – Johannes Kepler estruturou diretrizes pedagógicas atuais voltadas para diferentes públicos e educadores nas suas diferentes áreas em que atuam.

Planetário e Cinedome de Santo André Johannes Kepler
Planetário e Cinedome de Santo André Johannes Kepler

O Planetário de Santo André recebeu, no final de 2018, o Selo de Qualidade de Conteúdo da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB), por divulgar conteúdos astronômicos de bom nível e valor científico.

É um selo muito importante pois representa o reconhecimento do trabalho e a credibilidade conquistada pela equipe do Planetário desde a sua inauguração, em 2012, além de proporcionar aos seus usuários, conhecimentos de qualidade.

SESSÕES DE PLANETÁRIO
As sessões de planetário ocorrem aos sábados, domingos e feriados, às 11h e às 15h. Recomendamos que o público chegue com uma antecedência mínima de 20 minutos, uma vez que não é permitida entrada após o início da sessão. Acesse nosso site ou ligue para confirmar a programação e os horários.

LABORATÓRIO ASTRONÔMICO
Junto ao anexo onde se encontra a sala de projeção do planetário, está o Laboratório Astronômico. Neste espaço há vários experimentos e painéis com muita informação e conhecimento sobre os planetas, galáxias, naves espaciais e astronomia.

Laboratório Astronômico
Laboratório Astronômico – Estudo de planetas e galáxias

NOC – NÚCLEO DE OBSERVAÇÃO DO CÉU

NOC - Núcleo de Observação do Céu
NOC – Núcleo de Observação do Céu

O NOC é um espaço especializado com equipamentos ópticos e didáticos que permitem ao visitante, uma completa imersão na experiência de observar o céu além de aprofundar os conhecimentos a respeito da Astronomia Observacional. Além dos telescópios, binóculos e outros acessórios, o NOC conta com cinco Rosas-dos-ventos, um Relógio de Sol Analemático e um Observatório Indígena, que facilitam a compreensão de diversos conceitos fundamentais de astronomia, Etnoastronomia e muito mais.

Relógio de Sol Analemático
Relógio de Sol Analemático

RELÓGIO DE SOL ANALEMÁTICO
O relógio de Sol analemático é um relógio solar plano em que o gnômon (objeto vertical que gera a sombra) é móvel, mostrando a hora solar em pontos marcados sobre uma elipse de acordo com a época do ano. O relógio de Sol analemático permite a interação humana, pois você é o gnômon! Para usá-lo, fique de pé na data atual com os braços para o alto e veja sua sombra marcando a hora solar.

Observatório indígena
Observatório solar indígena

OBSERVATÓRIO SOLAR INDÍGENA
O Observatório Solar indígena é um monumento de rochas utilizado pelos povos indígenas do Brasil para a realização de observações astronômicas, entre outras atividades. Ele é constituído por um gnômon indígena e seixos (rochas). Tem como função: indicar as estações do ano, o meio dia solar, os pontos cardeais e colaterais. Foi uma ferramenta essencial para a sobrevivência dos povos indígenas do Brasil que unificam as observações astronômicas, metrológicas e os ciclos da natureza, em suas culturas.

Rosa dos ventos
Rosa dos ventos

ROSA DOS VENTOS
A Rosa dos Ventos é um antigo instrumento que mostra a direção dos pontos cardeais e intermediários. Ela corresponde a uma volta completa no horizonte. As pétalas maiores indicam os pontos cardeais: Norte (0°), Leste (90°), Sul (180°) e Oeste (270°). As pétalas menores correspondem aos pontos colaterais: Nordeste (45°), Sudeste (135°), Sudoeste (225°) e Noroeste (315°). A Rosa dos Ventos é encontrada em quase todos os equipamentos de navegação, como GPS, cartas náuticas e bússolas magnéticas.