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Pek´s Rex

T-REX

O Peck´s Rex foi descoberto em 1997 no estado de Montana, nos Estados Unidos, em rochas da formação Heel Creek, com aproximadamente 65 a 70 milhões de anos. Os ossos originais estão guardados no Museum of the Rockies, também em Montana.

Este esqueleto, que está exposto na Sabina, é considerado um dos mais completos já encontrados. É uma réplica a partir de ossos originais e mede 12 metros, o tamanho máximo já determinado para um Tyrannossaurus Rex.

Novo T. Rex encontrado em  Montana: o que os fósseis contarão aos paleontólogos sobre o Tyranossauro Rex

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Terrário

Terrário

O terrário da Sabina é um espaço que possui um ambiente com corredeiras com água, galhos e folhas. No recinto é possível abordar uma infinidade de assuntos, seja destacando as características e riquezas da mata, a importância de sua preservação, ou ainda relacionar o tema da floresta com outras áreas da Sabina, como por exemplo a história da ocupação do litoral paulista.

O terrário possui duas jibóias da espécie Boa constrictor amarali, carinhosamente chamadas de Leopoldo e José. Leopoldo é bem jovem – tem apenas dois anos de idade . Já José é um morador mais antigo, de 17 anos, que chegou à Sabina em 2007. Ambos os animais passaram pelo Instituto Butantan.

Jibóia "Leopoldo" em terrário da Sabina
Jibóia “Leopoldo” em terrário da Sabina – Foto: Ana Gonzaga

Terrário
Terrário

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Aquário recife de corais.

Aquário recife de corais

Em um tanque de 1,5 mil litros, o visitante vai poder conferir a beleza das cores dos corais e de 15 peixes originários dos oceanos Índico e Pacífico. Conheça algumas delas:

PEIXE-PALHAÇO

Peixe-palhaço
Peixe-palhaço

Ordem: Perciformes
Família: Pomacentridae
Nome popular: peixe-palhaço
Nome científico: Amphiprion ocellaris
Distribuição Geográfica: Oceanos Índico e Pacífico Ocidental
Hábitos alimentares: Zooplâncton, pequenos crustáceos (copépodes) e algas.
Reprodução: Ovíparos
Habitat: Marinho, associado ao recife, não migratório; intervalo de profundidade 1 – 15 m, geralmente 3 – 15 m.

CIRURGIÃO-PATELA

Cirurgião-patela
Cirurgião-patela

Ordem: Perciformes
Família: Acanthuridae
Nome popular: cirurgião-patela
Nome científico: Paracanthurus hepatus
Distribuição Geográfica: Oceano Índico e Pacífico
Habitat: Recife de corais
Período de vida: 30 anos em vida livre
Status de conservação: Menos preocupante

RECIFE DE CORAL

Recife de coral
Recife de coral


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Tanque oceânico abriga várias espécies marinhas.

Tanque oceânico

Com 120 mil litros de água salgada, o tanque oceânico da Sabina abriga várias espécies marinhas. Conheça algumas delas:

TARTARUGA-VERDE

Tartaruga-verde
Tartaruga-verde, carinhosamente chamada de “Valente” pelos visitantes da Sabina

Ordem: Testudinata
Família: Cheloniidae
Nome popular: tartaruga-verde ou tartaruga-aruanã
Nome científico:Chelonia mydas
Distribuição Geográfica: Espécie cosmopolita encontrada em águas tropicais e subtropicais em todo o planeta
Habitat: Áreas costeiras ou próximas a ilhas oceânicas
Hábitos alimentares: Quando juvenis são onívoras e quando adultas são herbívoras
Reprodução: Constroem ninhos onde as fêmeas podem depositar, em média, 120 ovos.
Expectativa de vida: 75 anos
Status de conservação: Em perigo (IUCN) / Vulnerável (MMA)

TUBARÃO-LIXA

Tubarão-lixa
Tubarão-lixa

Ordem: Orectolobifornes
Família: Ginglymostomatidae
Nome popular: tubarão-lixa, tubarão-enfermeiro.
Nome científico:Ginglymostoma cirratum
Distribuição Geográfica: Oceano Atlântico
Hábitos alimentares: Alimenta-se de invertebrados de fundo como lagostas, camarões, caranguejos, ouriços-do-mar, lulas, polvos, caracóis e bivalves, e peixes como bagres, salmonetes e arraias.
Reprodução: Vivípara aplacentária com 21 a 28 filhotes em uma ninhada
Expectativa de vida: 25 anos
Habitat: Ambiente raso e próximo ao fundo, em fundos arenosos e rochosos, em áreas tropicais e subtropicais do Atlântico.
Status de conservação: Vulnerável (IUCN)
Avaliação global IUCN – Dados insuficientes DD

MORÉIA-VERDE

Moréia-verde
Moréia-verde

Ordem: Anguilliformes
Família: Muraenidae
Nome popular: moréia-verde
Nome científico:Gymnothorax funebris
Distribuição Geográfica: Ocorre no Oceano Atlântico, de Nova  (USA) as Bermudas e ao norte do Golfo do México ao Sul do Brasil. 
Hábitos alimentares: Alimenta-se de peixes, caranguejos, cefalópodes e camarões
Reprodução: Ovíparos
Habitat: Associada a costões rochosos, recifes de corais e manguezais.
Status de conservação: Menos preocupante (IUCN)

MORÉIA-PINTADA

Moréia-pintada
Moréia-pintada

Ordem: Anguilliformes
Família: Muraenidae
Nome popular: moreia-pintada
Nome científico:Gymnothorax moringa
Distribuição Geográfica:
Hábitos alimentares: alimenta-se de peixes e crustáceos 
Habitat: Abundante em áreas rasas rochosas e gramíneas e em recifes de corais
Status de conservação: Menos preocupante (LC) –  (IUCN)


RAIA-TICONHA

Raia-ticonha
Raia-ticonha

Ordem: Myliobatiformes
Família: Rhinopteridae
Nome popular: raia-ticonha
Nome científico:Rhinoptera bonasus
Distribuição Geográfica: Costa tropical e temperada (apenas em regiões de água mais quente) do Oceano Atlântico.
Hábitos alimentares: Moluscos e crustáceos
Reprodução: Vivíparas aplacentárias
Expectativa de vida: 18 anos
Habitat:  águas tropicais e quentes, mares temperados e estuários.
Status de conservação: Vulnerável (IUCN)

GAROUPA-VERDADEIRA

Garoupa-verdadeira
Garoupa-verdadeira


Ordem: Perciformes 
Família: Epinephelidae 
Nome popular: garoupa-verdadeira, escorrega, garopeta
Nome científico:Epinephelus marginatus
Distribuição geográfica: Atlântico oriental desde as Ilhas Britânicas até a África do Sul, Mar Mediterrâneo, ilhas da Micronésia e oeste do Oceano Índico, em volta da ponta sul da África, exceto para a Namíbia, a sul de Moçambique. No Atlântico ocidental, ocorre do sudeste do Brasil (Espírito Santo) ao norte da Patagônia. No litoral brasileiro é encontrada principalmente em recifes rochosos até 209 m.
Status de Conservação:
 Vulnerável (VU)

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Pinguinário.

Pinguinário da Sabina

Inaugurado em 2009, o Pinguinário da Sabina Escola Parque do Conhecimento possui um tanque de água salgada com capacidade para 110 mil litros e 33 m² de parte seca. O local tem cenografia que simula o ambiente natural da Patagônia, local de origem dos pinguins.

O espaço tem cobertura de vidro que permite a visualização dos pinguins a partir do estacionamento e do primeiro andar do prédio, e foi projetado seguindo a Instrução Normativa Ibama N° 4 de 2002.

Os visores são compostos por peças de vidro especial que permitem a perfeita visualização dos animais, sem comprometer a área de fuga prevista pela legislação.

O pinguinário está aberto ao público aos sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h30.

Pinguinário
Pinguinário da Sabina

PINGUINS-DE-MAGALHÃES

Os pinguins-de-magalhães (Spheniscus magellanicus) são aves marinhas com o corpo adaptado para viverem na água. Não voam, e têm suas asas modificadas em nadadeiras. São animais com aproximadamente 70 cm de altura e cerca de 5 kg. Apresentam uma plumagem preta no dorso e branca no ventre e pescoço, bem distintas após a primeira troca de penas, que ocorre quando eles completam um ano.

Esta espécie de pinguim vive em uma zona de clima temperado, podendo sofrer variações na temperatura do ambiente de 7 a 35 °C, sendo encontrada na Patagônia argentina e chilena, formando grandes colônias, chamadas de “Pinguineiras”.

É uma espécie que possui dois períodos de vida distintos. Um deles é a época reprodutiva nos meses de setembro a março, em que se formam casais monogâmicos. A fêmea coloca dois ovos em ninhos construídos em tocas ou aos pés das árvores, que são chocados por 40 dias. O casal divide o cuidado parental como a incubação e os primeiros cuidados com os filhotes por aproximadamente 2 meses. O outro período é a época não reprodutiva, entre os meses de abril e setembro, quando os pinguins passam a maior parte do tempo na água, geralmente se alimentando. 

No período não reprodutivo, as aves saem em busca de alimento se aventurando por distâncias mais longas, podendo chegar ao nosso litoral sudeste, buscando peixes, lulas e pequenos crustáceos. Normalmente nadam em grupos de 20 ou mais indivíduos. É nesta ocasião que eles são encontrados, muitas vezes fracos, debilitados e necessitando de cuidados. Estes animais são encaminhados a Centros de Reabilitação de Animais Marinhos, e após estabilizados são levados para instituições que possam utilizá-los como forma de Educação Ambiental e pesquisa para melhor conhecimento da espécie.