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Oficina Rosa dos ventos: navegando pelo mundo

Oficina Rosa dos Ventos

Dias 1, 2, 29 e 30 de agosto

Descubra como exploradores e navegadores encontravam o caminho antes do GPS! Aqui na Sabina você irá montar e personalizar uma Rosa dos Ventos tridimensional, aprendendo a identificar os pontos cardeais e sua importância para a orientação no espaço. Uma atividade que une geografia, astronomia e criatividade de forma prática e divertida.

Vagas: 20 vagas por horário
Local: Espaço de Oficinas (atrás do Portal Coruja)
Público alvo: Visitantes
Horários: Das 10h às 11h e das 14h às 15h

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Sessão de planetário – Dois pedacinhos de vidro

Sessão de planetário: Dois pedacinhos de vidro

DIAS 01, 02, 08, 09, 15, 16, 22, 23 e 29 de agosto

Partindo de uma observação noturna, o filme narra a história do telescópio desde o momento em que Galileu Galilei apontou sua luneta para o céu, mudando a nossa percepção de enxergar o Cosmos, até os modernos instrumentos utilizados pelos astrônomos para realizarem suas observações. São retratados vários tipos de telescópios, mostrando seu funcionamento e quais objetos celestes podem ser observados com seu auxílio, enfatizando a importância desse instrumento para nossa compreensão do Universo.

  • Recursos visuais: animação em 360 graus, com projeção de estrelas
  • Áudio: gravado em português e narração ao vivo
  • Temática: Telescópios
  • Indicação: A partir de 12 anos
  • Duração aproximada: 50 minutos
  • Formato: Fulldome
  • Capacidade: 220 lugares

    Conteúdos abordados na sessão:
  • História dos telescópios
  • Tipos de telescópios
  • Constelações
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Sessão de planetário – Limite: o céu de Santo André

Sessão de planetário - Limite: o céu de Santo André

DIAS 01, 02, 08, 09, 15, 16, 22, 23 e 29 de agosto

Os visitantes terão nesta apresentação uma experiência cósmica, onde todos serão convidados a embarcar em uma jornada para explorar os limites do Universo. Durante essa viagem, são mostrados os instantes iniciais do Big Bang e como ele evoluiu para a estrutura que observamos hoje, mostrando a formação das galáxias, das estrelas e de nosso Sistema Solar. Após essa jornada, o céu de Santo André é explorado. Planetas visíveis a olho nu, constelações e estrelas são alguns dos objetos celestes apresentados ao vivo no Planetário.

  • Recursos visuais: animação em 360 graus, com projeção de estrelas
  • Áudio: gravado em português e narração ao vivo
  • Temática: Universo
  • Indicação: A partir de 12 anos
  • Duração aproximada: 50 minutos
  • Formato: Fulldome
  • Capacidade: 220 lugares

    Conteúdos abordados na sessão:
  • Big Bang
  • Constelações
  • Galáxias
  • Estrelas
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Sessão de planetário inclusiva – A conquista de um sonho

Pollyana é uma menina curiosa e fascinada pelo céu. Certo dia ela resolveu enviar uma pergunta para Isabel, uma astronauta que está a bordo da Estação Espacial Internacional. O que Pollyana não imaginava era que a sua curiosidade científica iria reavivar em Isabel suas lembranças de infância e como foi realizar o sonho de ser astronauta. Enquanto Isabel recordava os fenômenos especiais que observava no céu, Pollyana aprendia como observar os planetas, a Lua, as estrelas, as constelações, os meteoros e muitos outros objetos celestes visíveis a olho, mesmo no céu da cidade grande em que Isabel reside. Venha com Pollyana e Isabel aprender como e o que observar no céu noturno em busca da conquista de um sonho.

  • Recursos visuais: animação em 360 graus, com projeção de estrelas
  • Áudio: gravado em português e audiodescrição
  • Temática: Trajetória de uma astronauta e suas lembranças
  • Indicação: A partir de 6 anos
  • Duração aproximada: 45 minutos
  • Formato: Fulldome
  • Capacidade: 220 lugares

    Conteúdos abordados na sessão:
  • Observação de planetas e da Lua no céu com poluição luminosa
  • Reconhecimento de constelações no céu da natureza
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Espaço de Acolhimento Sensorial

Espaço de Acolhimento Sensorial

A Sabina – Escola parque do Conhecimento acaba de inaugurar o Espaço de Acolhimento Sensorial, um ambiente pensado para oferecer conforto, tranquilidade e segurança, especialmente para crianças com Transtorno do Espectro Autista e para todos que, em algum momento, precisam de um lugar para se reorganizar emocionalmente.

No espaço, cada detalhe foi planejado com intenção. A iluminação é suave, com luz amarela e elementos de cromoterapia que auxiliam na regulação; as cortinas blackout e o isolamento acústico reduzem interferências externas; o chão possui texturas e superfícies macias que trazem segurança e conforto, além de puffs, almofadas, bola terapêutica e o balanço tipo ninho que ajudam o corpo a desacelerar e a mente a se reorganizar.

Não é só um ambiente. É uma resposta concreta a uma demanda real de inclusão. Um espaço pensado para acolher, respeitar e cuidar de cada pessoa em sua individualidade.

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Exposição “A cultura digital e a caverna de Platão”

Exposição "A cultura digital e a caverna de Platão"

Vivemos em uma época em que a realidade é construída nas redes digitais por algorítmos que organizam o que vemos e deixamos de ver, por fluxos de informação e desinformação, pelos efeitos subjetivos e sociais da vida em rede, por infraestruturas físicas que sustentam a internet com cabos, data centers e por minerais que compõem nossos dispositivos e que se transformam rapidamente em lixo tecnológico. Desta forma, a cultura digital não é apenas um conjunto de tecnologias, mas um ecossistema complexo que reorganiza a maneira como percebemos o mundo, construímos conhecimento, nos relacionamos com os outros e, até mesmo, adoecemos.

Inspirada na alegoria da caverna de Platão — metáfora clássica sobre percepção e verdade — esta exposição propõe juntamente ao visitante uma reflexão sobre como as tecnologias digitais moldam nossa percepção da realidade, nossas relações e a produção de conhecimento no mundo contemporâneo.

A exposição, “A Cultura Digital contra a Caverna de Platão” nasce da colaboração entre a Sabina Escola Parque do Conhecimento, o Instituto de Promoção ao Desenvolvimento Científico e Cultural (IPRODESC), o Departamento de Educação de Jovens e Adultos (DEJA), a Escola de Comunicações e Artes (ECA-USP) e o Instituto de Geociências (IAGc – USP), reunindo educadores, cientistas, designers, artistas e estudantes na construção de um espaço de ciência pública e reflexão coletiva.

O percurso expositivo está organizado em três eixos:

Redes, bolhas, conexões

COMO CIRCULAM AS INFORMAÇÕES NA INTERNET?

O eixo reflete sobre a forma como o ambiente digital é atravessado por disputas de atenção, interesses econômicos e dinâmicas de poder. O foco não está apenas no risco da segregação, do cancelamento e da desinformação, mas na compreensão dos mecanismos que criam realidades e que favorecem a circulação delas.

Materialidades digitais

DE QUE MATÉRIA É FEITO O MUNDO DIGITAL?

Este eixo trabalha com a estrutura material da toda tecnologia digital depende de recursos naturais, trabalho humano, infraestrutura técnica e impacto ambiental. O digital, portanto, não existe “na nuvem” de forma abstrata: ele ocupa territórios, consome energia, extrai minerais e produz resíduos.

Subjetividades capturadas

COMO PLATAFORMAS E DADOS INFLUENCIAM NOSSOS MODOS DE VER, SENTIR E AGIR?

O eixo nos permite discutir como a experiência digital afeta a atenção, a autoimagem, a sociabilidade e a relação consigo mesmo e com os outros. Convidando o público a refletir sobre vigilância, performance, exposição, consumo e governança algorítmica da vida cotidiana.

Em conjunto, esses eixos buscam tornar visíveis tanto os funcionamentos técnicos das tecnologias quanto seus efeitos sociais, políticos, ambientais e subjetivos. Ao integrar ciência, arte, design e participação pública, esta exposição também valoriza o protagonismo de estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e a colaboração entre diferentes áreas do conhecimento, reafirmando o papel da Sabina como espaço de educação não formal, formação cidadã e divulgação científica.

O modelo de exposição

“A Cultura Digital contra a Caverna de Platão” foi concebida como uma exposição em processo. Sua configuração permanece aberta durante todo o período de visitação, de modo que algumas obras e ambientes chegam ao público já concluídos, enquanto outros se transformam ao longo da mostra. Mais do que uma escolha operacional, esse procedimento define a própria natureza do projeto, que entende a exposição como um campo vivo de pesquisa, mediação, experimentação e cultura de participação. A mostra se organiza a partir da ideia de que o espaço expositivo não apenas apresenta conteúdos, mas produz relações, ativa leituras e acolhe diferentes formas de participação. Nesse sentido, a curadoria assume o caráter processual da exposição como parte de sua linguagem, incorporando a presença do público, os atravessamentos da mediação e a construção gradual de sentidos.

Assim, “A Cultura Digital contra a Caverna de Platão” propõe uma experiência em que exposição e pensamento se desenvolvem juntos. O que se apresenta ao visitante não é um conjunto fechado, mas uma estrutura em movimento, atravessada por trocas, interpretações e deslocamentos que se constroem no tempo.

Acessibilidade

Aqui você encontra vídeos e áudios descritivos criados para ampliar o acesso à exposição física, especialmente para pessoas com deficiência visual.

Durante a visita, cada área da exposição conta com um QR Code. Ao apontar a câmera do celular para o código, o visitante é direcionado para conteúdos em áudio e vídeo que descrevem os elementos presentes naquele espaço, como objetos, imagens, painéis, recursos interativos, informações visuais e ambientação.

Os materiais foram organizados para apoiar a compreensão da exposição de forma autônoma, permitindo que cada pessoa acompanhe o percurso no próprio ritmo e acesse as informações conforme se desloca pelos ambientes.

A proposta é tornar a experiência mais inclusiva, garantindo que os conteúdos visuais também possam ser percebidos por meio da escuta, da narração e da descrição acessível.

Como utilizar

Ao encontrar um QR Code na exposição, acesse o conteúdo correspondente pelo celular. Em seguida, escolha o áudio ou vídeo referente à área visitada. Recomenda-se o uso de fones de ouvido para melhor compreensão das descrições e para preservar a experiência dos demais visitantes.

Os conteúdos desta página complementam a visita presencial e reforçam o compromisso da exposição com o direito de acesso à cultura, à informação, à ciência e à participação de todas as pessoas.

Descrição do logotipo da exposição

Logotipo da Exposição

Apresentação da Exposição

Apresentação da exposição Cultura Digital contra a caverna de Platão

Os três eixos da exposição

Os três eixos da exposição

ECA Digital

ECA Digital

As vozes da experiência digital

As vozes da experiência digital

O que me faz feliz fora da internet

O que me faz feliz fora da internet

Com filtro e sem filtro

Com filtro e sem filtro

Filtros e likes

Filtros e likes

Jogo dos sete erros

O jogo dos sete erros

Doenças digitais

Doenças Digitais

Armazenei minhas fotos na nuvem

armazenei minhas fotos na nuvem

O transporte da informação

O transporte da informação

Laser: o caminho da luz e da informação

Laser: o caminho da luz e da informação

O ovo

Escultura: O ovo

Pixel: imagem, resolução e memória digital

Pixel: imagem, resolução e memória digital

Por onde anda a informação

Por onde anda a informação

Resíduos eletroeletrônicos em Santo André – Semasa

Resíduos eletroeletrônicos em Santo André – Semasa
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Um espaço pensado para acolher, respeitar e cuidar de cada pessoa em sua individualidade

Espaço de Acolhimento Sensorial

O espaço de acolhimento sensorial foi cuidadosamente planejado para oferecer regulação emocional e suporte, especialmente para crianças com Transtorno do Espectro Autista e para todos que, em algum momento, precisam de um lugar para se reorganizar emocionalmente. Utiliza combinações de ferramentas e equipamentos que estimulam e promovem conforto, bem-estar e autorregulação emocional.

Zelando por um espaço acolhedor e inclusivo, seguem algumas orientações importantes:

O espaço é reservado para o acolhimento de pessoas em momentos de necessidade de regulação;

  • Diferente das demais atrações da Sabina, o espaço deve ser utilizado como um ponto de apoio e suporte;
  • O uso deve ser feito de forma pontual e por período curto, respeitando o tempo necessário para a estabilização individual;
  • Para preservar a tranquilidade do ambiente, é permitida a presença de, no máximo, dois acompanhantes por pessoa;
  • O espaço de acolhimento sensorial é um recurso de suporte destinado a pessoas com deficiência ou que necessitam de regulação. Ele visa viabilizar a experiência no parque, sem substituir o percurso da visitação.

Mais do que um ambiente, o Espaço de Acolhimento Sensorial foi pensado para acolher, respeitar e cuidar de cada pessoa em sua individualidade, colaborando para que todos possam viver uma experiência cada vez mais inclusiva.

Contamos com a colaboração de todos para que o espaço de acolhimento sensorial continue sendo um local que propicie tranquilidade e seja uma ferramenta eficaz de inclusão. Cuidamos de cada detalhe para que sua experiência seja inesquecível e acessível. Dúvidas? Procure um de nossos colaboradores ou dirija-se a equipe da recepção.

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Exposição: A cultura digital contra a caverna de Platão

Exposição A cultura digital contra a caverna de Platão

Vivemos em uma época em que a realidade é construída nas redes digitais por algorítmos que organizam o que vemos e deixamos de ver, por fluxos de informação e desinformação, pelos efeitos subjetivos e sociais da vida em rede, por infraestruturas físicas que sustentam a internet com cabos, data centers e por minerais que compõem nossos dispositivos e que se transformam rapidamente em lixo tecnológico. Desta forma, a cultura digital não é apenas um conjunto de tecnologias, mas um ecossistema complexo que reorganiza a maneira como percebemos o mundo, construímos conhecimento, nos relacionamos com os outros e, até mesmo, adoecemos.

Inspirada na alegoria da caverna de Platão — metáfora clássica sobre percepção e verdade — esta exposição propõe juntamente ao visitante uma reflexão sobre como as tecnologias digitais moldam nossa percepção da realidade, nossas relações e a produção de conhecimento no mundo contemporâneo.

A exposição, “A Cultura Digital contra a Caverna de Platão” nasce da colaboração entre a Sabina Escola Parque do Conhecimento, o Instituto de Promoção ao Desenvolvimento Científico e Cultural (IPRODESC), o Departamento de Educação de Jovens e Adultos (DEJA), a Escola de Comunicações e Artes (ECA-USP) e o Instituto de Geociências (IAGc – USP), reunindo educadores, cientistas, designers, artistas e estudantes na construção de um espaço de ciência pública e reflexão coletiva.

O percurso expositivo está organizado em três eixos:

Redes, bolhas, conexões

COMO CIRCULAM AS INFORMAÇÕES NA INTERNET?

O eixo reflete sobre a forma como o ambiente digital é atravessado por disputas de atenção, interesses econômicos e dinâmicas de poder. O foco não está apenas no risco da segregação, do cancelamento e da desinformação, mas na compreensão dos mecanismos que criam realidades e que favorecem a circulação delas.

Materialidades digitais

DE QUE MATÉRIA É FEITO O MUNDO DIGITAL?

Este eixo trabalha com a estrutura material da toda tecnologia digital depende de recursos naturais, trabalho humano, infraestrutura técnica e impacto ambiental. O digital, portanto, não existe “na nuvem” de forma abstrata: ele ocupa territórios, consome energia, extrai minerais e produz resíduos.

Subjetividades capturadas

COMO PLATAFORMAS E DADOS INFLUENCIAM NOSSOS MODOS DE VER, SENTIR E AGIR?

O eixo nos permite discutir como a experiência digital afeta a atenção, a autoimagem, a sociabilidade e a relação consigo mesmo e com os outros. Convidando o público a refletir sobre vigilância, performance, exposição, consumo e governança algorítmica da vida cotidiana.

Em conjunto, esses eixos buscam tornar visíveis tanto os funcionamentos técnicos das tecnologias quanto seus efeitos sociais, políticos, ambientais e subjetivos. Ao integrar ciência, arte, design e participação pública, esta exposição também valoriza o protagonismo de estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e a colaboração entre diferentes áreas do conhecimento, reafirmando o papel da Sabina como espaço de educação não formal, formação cidadã e divulgação científica.

O modelo de exposição

“A Cultura Digital contra a Caverna de Platão” foi concebida como uma exposição em processo. Sua configuração permanece aberta durante todo o período de visitação, de modo que algumas obras e ambientes chegam ao público já concluídos, enquanto outros se transformam ao longo da mostra. Mais do que uma escolha operacional, esse procedimento define a própria natureza do projeto, que entende a exposição como um campo vivo de pesquisa, mediação, experimentação e cultura de participação. A mostra se organiza a partir da ideia de que o espaço expositivo não apenas apresenta conteúdos, mas produz relações, ativa leituras e acolhe diferentes formas de participação. Nesse sentido, a curadoria assume o caráter processual da exposição como parte de sua linguagem, incorporando a presença do público, os atravessamentos da mediação e a construção gradual de sentidos.

Assim, “A Cultura Digital contra a Caverna de Platão” propõe uma experiência em que exposição e pensamento se desenvolvem juntos. O que se apresenta ao visitante não é um conjunto fechado, mas uma estrutura em movimento, atravessada por trocas, interpretações e deslocamentos que se constroem no tempo.


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Sessão de planetário inclusiva – ABC das estrelas

ABC das Estrelas

Em uma noite estrelada do céu do norte, três crianças se envolvem em uma aventura astronômica inesquecível. A bordo de uma nave futurista elas são convidados a realizar uma viagem incrível pelos planetas do Sistema Solar. Além de desfrutar desta jornada, as crianças aprendem muitas coisas sobre os nossos vizinhos cósmicos.

  • Recursos visuais: animação em 360 graus, com projeção de estrelas, tradução em Libras
  • Áudio: gravado em português e tradução em Libras
  • Temática: Sistema Solar
  • Indicação: A partir de 6 anos
  • Duração aproximada: 45 minutos
  • Formato: Fulldome
  • Capacidade: 220 lugares

Conteúdos abordados na sessão:

  • Planetas do Sistema Solar
  • Constelações
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Exposição de rochas

Exposição rochas

Descubra o fascinante mundo das rochas na Sabina!
Imagine você andando distraidamente pela rua e, de repente, tropeça em uma rocha. Antes de se irritar, que tal pegar esse presente da natureza e descobrir sua origem, sua importância para a agricultura e seus inúmeros usos? Na exposição “Tinha uma rocha no meu caminho… No meu caminho tinha uma rocha…”, você terá a oportunidade de ver de perto nossa impressionante coleção de rochas e admirar a beleza da obsidiana – um vidro vulcânico formado pela junção da lava vulcânica com a água, assim como no jogo Minecraft.

Traga sua curiosidade e divirta-se explorando o incrível mundo das rochas!

Local: Saguão de exposições – Sala da Terra