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Um espaço pensado para acolher, respeitar e cuidar de cada pessoa em sua individualidade

Espaço de Acolhimento Sensorial

O espaço de acolhimento sensorial foi cuidadosamente planejado para oferecer regulação emocional e suporte, especialmente para crianças com Transtorno do Espectro Autista e para todos que, em algum momento, precisam de um lugar para se reorganizar emocionalmente. Utiliza combinações de ferramentas e equipamentos que estimulam e promovem conforto, bem-estar e autorregulação emocional.

Zelando por um espaço acolhedor e inclusivo, seguem algumas orientações importantes:

O espaço é reservado para o acolhimento de pessoas em momentos de necessidade de regulação;

  • Diferente das demais atrações da Sabina, o espaço deve ser utilizado como um ponto de apoio e suporte;
  • O uso deve ser feito de forma pontual e por período curto, respeitando o tempo necessário para a estabilização individual;
  • Para preservar a tranquilidade do ambiente, é permitida a presença de, no máximo, dois acompanhantes por pessoa;
  • O espaço de acolhimento sensorial é um recurso de suporte destinado a pessoas com deficiência ou que necessitam de regulação. Ele visa viabilizar a experiência no parque, sem substituir o percurso da visitação.

Mais do que um ambiente, o Espaço de Acolhimento Sensorial foi pensado para acolher, respeitar e cuidar de cada pessoa em sua individualidade, colaborando para que todos possam viver uma experiência cada vez mais inclusiva.

Contamos com a colaboração de todos para que o espaço de acolhimento sensorial continue sendo um local que propicie tranquilidade e seja uma ferramenta eficaz de inclusão. Cuidamos de cada detalhe para que sua experiência seja inesquecível e acessível. Dúvidas? Procure um de nossos colaboradores ou dirija-se a equipe da recepção.

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Exposição: A cultura digital contra a caverna de Platão

Exposição A cultura digital contra a caverna de Platão

Vivemos em uma época em que a realidade é construída nas redes digitais por algorítmos que organizam o que vemos e deixamos de ver, por fluxos de informação e desinformação, pelos efeitos subjetivos e sociais da vida em rede, por infraestruturas físicas que sustentam a internet com cabos, data centers e por minerais que compõem nossos dispositivos e que se transformam rapidamente em lixo tecnológico. Desta forma, a cultura digital não é apenas um conjunto de tecnologias, mas um ecossistema complexo que reorganiza a maneira como percebemos o mundo, construímos conhecimento, nos relacionamos com os outros e, até mesmo, adoecemos.

Inspirada na alegoria da caverna de Platão — metáfora clássica sobre percepção e verdade — esta exposição propõe juntamente ao visitante uma reflexão sobre como as tecnologias digitais moldam nossa percepção da realidade, nossas relações e a produção de conhecimento no mundo contemporâneo.

A exposição, “A Cultura Digital contra a Caverna de Platão” nasce da colaboração entre a Sabina Escola Parque do Conhecimento, o Instituto de Promoção ao Desenvolvimento Científico e Cultural (IPRODESC), o Departamento de Educação de Jovens e Adultos (DEJA), a Escola de Comunicações e Artes (ECA-USP) e o Instituto de Geociências (IAGc – USP), reunindo educadores, cientistas, designers, artistas e estudantes na construção de um espaço de ciência pública e reflexão coletiva.

O percurso expositivo está organizado em três eixos:

Redes, bolhas, conexões

COMO CIRCULAM AS INFORMAÇÕES NA INTERNET?

O eixo reflete sobre a forma como o ambiente digital é atravessado por disputas de atenção, interesses econômicos e dinâmicas de poder. O foco não está apenas no risco da segregação, do cancelamento e da desinformação, mas na compreensão dos mecanismos que criam realidades e que favorecem a circulação delas.

Materialidades digitais

DE QUE MATÉRIA É FEITO O MUNDO DIGITAL?

Este eixo trabalha com a estrutura material da toda tecnologia digital depende de recursos naturais, trabalho humano, infraestrutura técnica e impacto ambiental. O digital, portanto, não existe “na nuvem” de forma abstrata: ele ocupa territórios, consome energia, extrai minerais e produz resíduos.

Subjetividades capturadas

COMO PLATAFORMAS E DADOS INFLUENCIAM NOSSOS MODOS DE VER, SENTIR E AGIR?

O eixo nos permite discutir como a experiência digital afeta a atenção, a autoimagem, a sociabilidade e a relação consigo mesmo e com os outros. Convidando o público a refletir sobre vigilância, performance, exposição, consumo e governança algorítmica da vida cotidiana.

Em conjunto, esses eixos buscam tornar visíveis tanto os funcionamentos técnicos das tecnologias quanto seus efeitos sociais, políticos, ambientais e subjetivos. Ao integrar ciência, arte, design e participação pública, esta exposição também valoriza o protagonismo de estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e a colaboração entre diferentes áreas do conhecimento, reafirmando o papel da Sabina como espaço de educação não formal, formação cidadã e divulgação científica.

O modelo de exposição

“A Cultura Digital contra a Caverna de Platão” foi concebida como uma exposição em processo. Sua configuração permanece aberta durante todo o período de visitação, de modo que algumas obras e ambientes chegam ao público já concluídos, enquanto outros se transformam ao longo da mostra. Mais do que uma escolha operacional, esse procedimento define a própria natureza do projeto, que entende a exposição como um campo vivo de pesquisa, mediação, experimentação e cultura de participação. A mostra se organiza a partir da ideia de que o espaço expositivo não apenas apresenta conteúdos, mas produz relações, ativa leituras e acolhe diferentes formas de participação. Nesse sentido, a curadoria assume o caráter processual da exposição como parte de sua linguagem, incorporando a presença do público, os atravessamentos da mediação e a construção gradual de sentidos.

Assim, “A Cultura Digital contra a Caverna de Platão” propõe uma experiência em que exposição e pensamento se desenvolvem juntos. O que se apresenta ao visitante não é um conjunto fechado, mas uma estrutura em movimento, atravessada por trocas, interpretações e deslocamentos que se constroem no tempo.


Acessibilidade


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Sessão de planetário – O aniversário de Pingo

O aniversario de pingo

DIAS 04, 06, 07, 13, 14, 20, 21 E 27

Pingo é um menino muito esperto que está completando 10 anos. Em seu aniversário ele ganha um presente muito especial: um par de partículas subatômicas que têm como missão explicar ao menino tudo sobre o Universo e as estrelas. Pingo logo faz novos amigos e juntos eles passam uma inesquecível noite conversando sobre estrelas, os planetas e as constelações.

  • Recursos visuais: animação em 360 graus, com projeção de estrelas
  • Áudio: gravado em português e audiodescrição
  • Temática: Universo
  • Indicação: A partir de 10 anos
  • Duração aproximada: 45 minutos
  • Formato: Unidirecional
  • Capacidade: 120 lugares

    Conteúdos abordados na sessão:
  • Natureza dos átomos
  • Evolução estelar
  • Buraco negro
  • Constelações
  • Movimento de Translação
  • A origem do universo (Big Bang)
  • Nebulosas
  • Galáxias
  • Aglomerados
  • Cometas